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Agronegócio livrando o Brasil da crise desde 2014

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Postado em 10/04/2015

Manchete da Veja de 1º de abril anunciava (e não era piada de Dia dos Bobos) – apesar das invasões patrocinadas pelo MST e Funai, o agronegócio, que livrou o Brasil da recessão em 2014, deverá crescer 1,2% neste ano.

Pra nós, que lidamos diariamente com o setor, não é nenhuma novidade e para quem está acompanhando as notícias dos últimos meses, já sabe que o setor agrícola vai conseguir se manter imune à toda essa lama de crise que ainda está por vir.

A força do agronegócio, para quem não tem conhecimento do tema, vem do transporte, do processamento e da distribuição dos produtos agrícolas e de seus derivados. Basta lembrarmos que, sucessivamente, o País vem batendo recordes na produção de grãos.

O agronegócio brasileiro contabiliza a produção da agricultura e da pecuária, e inclui também os resultados das indústrias de insumos e de processamento de produtos de origem animal e vegetal, além da distribuição, o que ressalta o seu potencial de geração de emprego e de renda.

Muitas vezes me perguntam: qual o segredo? E eu respondo, a produção brasileira está voltada para a exportação e não apenas para o nosso mercado interno. Por isso, a atividade tende a sofrer menos com as nossas “crises”. André Nassar, Secretário Nacional de Política Agrícola explica que em vez de um país de 20 milhões de pessoas, o mercado do agronegócio é o mundo todo, ou seja, 7 bilhões de pessoas.

Somos o maior exportador de soja, açúcar, carne bovina e frango do Planeta! Isto significa dizer que mesmo que os produtores estejam ameaçados pelas invasões patrocinadas pelo MST e pela Funai, o Brasil não entrou em recessão pelo agronegócio, muito pelo contrário, cresceu 1,8% no quarto trimestre de 2014. A soja, por exemplo, teve um avanço de 5,8% nas exportações (grifos da Veja).
Desde 2014 somos um dos dez maiores exportadores mundiais de grãos e carnes, ou seja, em 2015 o campo vai ser a “menina dos olhos” da economia nacional e mesmo com a crise, a tendência é de que o campo continue crescendo. Não há como negar!

Eduardo Kümmel
Advogado e Diretor da Kümmel & Kümmel Advogados