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AGRONEGÓCIO, ORGULHO NACIONAL

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Postado em 10/06/2016

A sociedade brasileira tem se beneficiado de várias maneiras do desempenho que o agronegócio vem delineando desde a década de 1990. O agronegócio brasileiro se firma como um grande fornecedor de alimentos e de agroenergia, sendo o Brasil um dos poucos países com tecnologia, terras e recursos necessários para atender à demanda. Levantamentos recentes apostam em um aumento da demanda de alimentos e apontam o Brasil como um dos principais produtores de grãos, proteínas animais e biocombustíveis.

O país, que já é dos principais fornecedores mundial de alimentos, deverá ter participação ainda maior no cenário internacional nas próximas décadas. Do estágio atual ao patamar de celeiro do mundo. Porém, o caminho a ser percorrido é bastante longo. Entre os mais importantes desafios estão o câmbio, a carga tributária e as questões ambientais, que ainda precisam ser muito discutidas.

A atual realidade brasileira é de uma economia aberta, em que os preços internacionais, a taxa de câmbio, juros, financiamento, custos de produção são muito mais importantes ao funcionamento do agronegócio. E a política agrícola vai ter que levar isso em conta, isso é fato.

Neste cenário também é importante que ocorra uma melhora na gestão dos negócios, com a redução a cobrança de impostos e da própria corrupção. Além dessas questões não se pode esquecer da questão ambiental com o desmatamento zero e a aplicação do Código Florestal, pois, ao meu ver, o setor agrícola é o que tem mais condições de contribuir na redução do efeito estufa, desde que isto não venha afetar a produtividade.

Um dos principais desafios no campo é elevar a competitividade do agronegócio brasileiro, assegurando sua expansão com sustentabilidade ambiental. É isso que a tornará apta a atender as crescentes demandas interna e externa, considerando, evidentemente, uma taxa de câmbio melhor.

Ora, os agricultores precisam se capitalizar, mas antes precisamos resolver o problema do endividamento. Por isso há a necessidade de criação e adoção de procedimentos e mecanismos de gerenciamento de riscos e do fluxo de recursos financeiros do setor. Fica a dica!

Eduardo Kümmel

Advogado – Diretor da Kümmel & Kümmel Advogados Associados